quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

domingo, 11 de dezembro de 2011

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

para os amantes de poesia


No site do Instituto Moreira Salles, como parte das comemorações do recém criado dia "D" (D de Drummond) assita o filme "Consideração do Poema": são várias leituras de poemas de Drummond, por uma infinidade de gente: algumas leituras são excelentes, como as de Drica Moraes e Fernanda Torres, outras um horror, como as de Cacá Diegues e Adriana Calcanhoto. Vale a pena.
O endereço é http://diadrummond.ims.uol.com.br/

só eu que reparei?


Meu filho de 11 anos venera este "Diário de um banana", agora uma coleção já no quinto volume. Fui ler para ver de que se tratava e tive a vaga impressão de que já conhecia aquela voz que narrava; e conhecia mesmo: é a mesma de "O apanhador no campo de centeio", alguns anos mais jovem.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

a propósito da casa Ipiranga

"A Casa do Ipiranga em 1996 estava assim:"



A construção da ferrovia [Curitiba-Paranaguá]começou oficialmente em fevereiro de 1880. Considerada impraticável por inúmeros engenheiros europeus à época, a obra teve início em três frentes simultâneas: entre Paranaguá e Morretes (42 km), entre Morretes e Roça Nova (38 km) e entre Roça Nova e Curitiba (30 km).

A triste ruína acima é o que um dia foi a Casa do Ipiranga, que já serviu de hospedagem para o o Imperador Dom Pedro II, quando veio ao Paraná inaugurar oficialmente a estrada de ferro, em 02 de fevereiro de 1885. Serviu também ao presidente da província do Paraná Carlos de Carvalho e de onde também, o importante pintor paranaense Alfredo Andersen registrou em óleo várias das suas paisagens tendo como tema a serra do mar."*

*Fotos e texto extraídos do blog www.circulandoporcuritiba.blogspot.com, de Washington Takeuchi, que é, por assim dizer, um fotocronista de Curitiba.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

a casa Ipiranga


acrílica sobre tela, 80x60, quase pronta

Esta casa situava-se na Serra do Mar, no município de Quatro Barras, à margem da ferrovia Curitiba-Paranaguá. Imagino que tenha sido construída por volta de 1880, pois, pelo que me consta, serviu de apoio aos construtores da ferrovia, inaugurada em 1885. Manteve-se perfeitamente conservada até 1995 ou pouco mais tarde, quando sua dona, a antiga RFFSA, foi privatizada. A partir de então, sem os cuidados do antigo zelador, foi completamente depredada. Um caso lamentável de roubo, vandalismo e – sobretudo - negligência.

sábado, 1 de outubro de 2011

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

meu paraíso perdido

Durante pouco mais de três anos de minha primeira infância vivi num lugar chamado Saudade, do qual já falei aqui em duas crônicas lá atrás ("Moça de branco" e "Para o Tirpe") e também num conto, "Campo de agrião". Há muitos e muitos anos já nada mais resta da vila razoavelmente grande em que morei.
Saudade é um distrito ou localidade do município de Turvo, no estado do Paraná. Acabo de encontrar no site do Instituto Agroflorestal Bernardo Hakvoort (www.arvoredobrasil.com.br/iaf/) belas fotos da região e de sua gente. Um campo de cultivo de camomila lembrou-me vivamente o jardinzinho de camomila que havia no quintal de minha casa, aliás, a única planta que meus pais cultivavam.
As fotos que reproduzo aqui foram copiadas do site referido acima e são de autoria de Douglas Almeida e Do Design-s.




minhas cópias de Monet 2


acrílica sobre tela, 30 x 40

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Fabiano Faucz


Tomei emprestada esta foto (entre várias outras)da última postagem de W. Takeuchi, do www.circulandoporcuritiba.blogspot.com. É sobre o incrível trabalho de Fabiano Faucz, que pode ser visto também no www.maqueteartistica.blogspot.com
Para quem gosta de maquetes e miniaturas é de babar.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

"mesa"*


"mais importante que ter uma memória é ter uma mesa
mais importante que já ter amado um dia é ter
uma mesa sólida
uma mesa que é como uma cama diurna
com seu coração de árvore, de floresta
é importante em matéria de amor
não meter os pés pelas mãos
mas mais importante é ter uma mesa
porque uma mesa é uma espécie de chão que apoia
os que ainda não caíram de vez."*

*Ana Martins Marques, "in" A VIDA SUBMARINA, Scriptum, BH, 2009

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

"Brancas nuvens"*



"Há trevos que nascem na terra
de antúrios,
locomotivas se deparando
com trilhos marítimos,
a lucidez da agenda
impedindo o sonho,
o magnânimo abafando
o simplesmente humano.

O rebento do mestre,
o filho do meio,
o irmão do gêmeo,
a mulher do poeta,
o contemporâneo de todos
os gênios

não constam na lista dos desaparecidos."*


*Rita Moutinho, "in" SETE MOVIMENTOS DA ALMA, Outras Letras Editora, RJ, 2010