segunda-feira, 31 de outubro de 2011

para os amantes de poesia


No site do Instituto Moreira Salles, como parte das comemorações do recém criado dia "D" (D de Drummond) assita o filme "Consideração do Poema": são várias leituras de poemas de Drummond, por uma infinidade de gente: algumas leituras são excelentes, como as de Drica Moraes e Fernanda Torres, outras um horror, como as de Cacá Diegues e Adriana Calcanhoto. Vale a pena.
O endereço é http://diadrummond.ims.uol.com.br/

só eu que reparei?


Meu filho de 11 anos venera este "Diário de um banana", agora uma coleção já no quinto volume. Fui ler para ver de que se tratava e tive a vaga impressão de que já conhecia aquela voz que narrava; e conhecia mesmo: é a mesma de "O apanhador no campo de centeio", alguns anos mais jovem.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

a propósito da casa Ipiranga

"A Casa do Ipiranga em 1996 estava assim:"



A construção da ferrovia [Curitiba-Paranaguá]começou oficialmente em fevereiro de 1880. Considerada impraticável por inúmeros engenheiros europeus à época, a obra teve início em três frentes simultâneas: entre Paranaguá e Morretes (42 km), entre Morretes e Roça Nova (38 km) e entre Roça Nova e Curitiba (30 km).

A triste ruína acima é o que um dia foi a Casa do Ipiranga, que já serviu de hospedagem para o o Imperador Dom Pedro II, quando veio ao Paraná inaugurar oficialmente a estrada de ferro, em 02 de fevereiro de 1885. Serviu também ao presidente da província do Paraná Carlos de Carvalho e de onde também, o importante pintor paranaense Alfredo Andersen registrou em óleo várias das suas paisagens tendo como tema a serra do mar."*

*Fotos e texto extraídos do blog www.circulandoporcuritiba.blogspot.com, de Washington Takeuchi, que é, por assim dizer, um fotocronista de Curitiba.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

a casa Ipiranga


acrílica sobre tela, 80x60, quase pronta

Esta casa situava-se na Serra do Mar, no município de Quatro Barras, à margem da ferrovia Curitiba-Paranaguá. Imagino que tenha sido construída por volta de 1880, pois, pelo que me consta, serviu de apoio aos construtores da ferrovia, inaugurada em 1885. Manteve-se perfeitamente conservada até 1995 ou pouco mais tarde, quando sua dona, a antiga RFFSA, foi privatizada. A partir de então, sem os cuidados do antigo zelador, foi completamente depredada. Um caso lamentável de roubo, vandalismo e – sobretudo - negligência.

sábado, 1 de outubro de 2011